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A artista paulista Renata Cruz transita por diferentes linguagens para formar o corpo de uma obra visual no qual a catalogação, o arquivo e a montagem são alguns dos vetores principais de sua poética. Ela tanto pode utilizar as páginas, capas, imagens e sobrecapas dos livros como própria matéria de uma colagem instalativa - caso da apresentada no Paço das Artes, em 2010 - , posta fluidamente entre a biblioteca e o setor educativo da instituição, como utilizar a escrita como porção decisiva de seus delicados desenhos - como na série Classificação de uma Casa (2013). Por vezes, o caráter colaborativo e o olhar questionador sobre a normatização - exemplo da série Cartografia de Verdades Temporárias (2013) - também se mostram presentes em seus trabalhos.